A obra que transformou o medo do desconhecido em literatura imortal.
H. G. Wells escreveu A Guerra dos Mundos em 1898 e colocou pela primeira vez uma questão que nunca mais nos abandonou: E se não estivéssemos sós? Uma noite tranquila em Surrey, Inglaterra. Os astróno-mos observam estranhos clarões na superfície de Marte. Ninguém suspeita do que está por vir. Quando os primeiros cilindros metálicos começam a cair do céu, a humanidade depara-se com uma realidade aterradora: não está sozinha no universo - e os visitantes não vieram em paz. Máquinas de guerra colossais avançam implacáveis, reduzindo cidades a cinzas e semeando o pânico entre milhões de pessoas impotentes. Narrado com uma urgência perturbadoramente humana, A Guerra dos Mundos é muito mais do que uma história de invasão extraterrestre. É uma meditação sobre a fragilidade da civilização, o orgulho cego da espécie dominante e a sobrevivência como derradeiro ato de acaso.